Blog de crítica e opiniões sobre as políticas que afetam negativamente a humanidade. O Homem na atualidade necessita urgentemente de arrepiar caminho, em busca de um novo Mundo!

30
Out 11

O nosso planeta, segundo as últimas estimativas das Nações Unidas, já ultrapassou a fasquia dos 7 mil milhões de pessoas. Apenas em 12 anos a população aumentou mil milhões. É inegável que temos assistido a enormes progressos civilizacionais, mas por outro lado, continuam a existir gigantescas desigualdades. Será necessário encontrar mecanismos de estabilização da população, caso contrário, a humanidade caminhará para uma situação explosiva. A espécie humana poderá estar neste momento fora de controlo.

Os enigmas, de onde vimos e para onde vamos, continuam a atormentar a humanidade. O planeta está a aproximar-se perigosamente de uma tempestade perfeita, que inclui o crescimento populacional, as alterações climáticas e o crescimento da produção petrolífera. Por outro lado, este crescimento coloca pressões enormes no fornecimento de alimentos, roupa, habitação, energia a 7 mil milhões de pessoas.

Mas prever o futuro é extremamente complicado, pois envolve um conjunto de incertezas como o aparecimento de doenças infecciosas, grandes guerras, progressos científicos, alterações geopolíticas e climáticas.

Hoje, num mundo com 7 milhões de habitantes, a grande tendência na sociedade é infelizmente, para que cada um continue a olhar para o seu umbigo e esquecer-se que vivemos todos numa única enorme casa, que está prestes a ficar sobrelotada. Vivemos tempos onde se exacerbam e reforçam as desigualdades, sendo urgente, mais do que nunca, um desenvolvimento sustentado que promova a igualdade, pois disso depende o sucesso ou o fracasso da espécie humana.

A presente estagnação económica mundial faz com que maior número de pessoas enfrente deficientes condições de nutrição, habitação, acesso à saúde, à educação, à água potável e à energia. A desigualdade crescente a que assistimos agrava as condições, potenciando um aumento de conflitos e ameaças crescentes à segurança global.

publicado por franciscofonseca às 11:29
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27
Out 11

A cimeira europeia terminou altas horas da madrugada, os países da zona euro acordaram aumentar para um bilião de euros, o fundo europeu de estabilização para ajudar países como Portugal, Irlanda, Espanha e Itália. Outra medida acordada tem a ver com a recapitulação da banca, pois os bancos europeus perderam cerca de 100 mil milhões de euros, devido ao perdão de 50% da dívida grega.

No caso português o BCP e o BPI vão recorrer aos capitais do Estado para fazer a sua recapitulação, passando a ter o Estado como accionista. A CGD não pode recorrer a este fundo, terá o Ministro das finanças de encontrar cerca de 2 mil milhões de euros.

Mas a grande novidade, desta cimeira é que vamos ter de viver em austeridade nos próximos quinze a vinte anos, com os investidores a retraírem-se e a aumentar o risco em futuros empréstimos. A zona euro terá de caminhar para um orçamento comunitário e os mecanismos de controlo terão de ser mais apertados e eficazes, caso contrário tudo será inócuo.

A este respeito, deixo uma pequena história que achei deliciosa e partilho convosco: Certa tarde, um famoso banqueiro ia para casa, na sua enorme limousine, quando viu dois homens à beira da estrada a comer relva. Ordenou ao seu motorista que parasse e, saiu, perguntou a um deles: - Por que estão a comer relva? - Não temos dinheiro para comida - disse o pobre homem - Por isso temos que comer relva.
- Bem, então venham à minha casa, que  eu lhes darei de comer - disse o banqueiro.
- Obrigado, mas tenho mulher e dois filhos comigo. Estão ali, debaixo daquela árvore.
- Que venham também - disse novamente o banqueiro.

E, voltando-se para o outro homem, disse-lhe: - Você também pode vir.

O homem, com uma voz muito sumida disse: - Mas, senhor, eu também tenho esposa e seis filhos comigo!

- Pois que venham também - Respondeu o banqueiro. E entraram todos no enorme e luxuoso carro. Uma vez a caminho, um dos homens olhou timidamente o banqueiro e disse: - O senhor é muito bom, muito obrigado por nos levar a todos!

O banqueiro respondeu: - Meu caro, não tenha vergonha, fico muito feliz por fazê-lo! Vocês vão ficar encantados com a minha casa... A relva está com mais de 20 centímetros de altura!

Moral da história:

Quando tu achares que um banqueiro (ou banco) está a ajudar-te, não te iludas, pensa mais um pouco...pois eles são um dos grandes responsáveis por toda esta crise, mas apesar dos crimes cometidos têm sempre o Estado para lhes dar a mão, ou seja, os próprios contribuintes, que já muito exploram.

publicado por franciscofonseca às 15:14
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25
Out 11

Sangue, suor e lágrimas. A situação em Portugal pode tornar-se insustentável em termos de desagregação social, que pode desembocar numa crise do sistema democrático. O movimento global dos “indignados”, que dia 14 de Outubro ocupou 951 cidades em 82 países, entre as quais se destacam Madrid, Londres e Roma, apontou o sistema financeiro, como a principal causa da crise mundial e reivindicam uma mudança globalizante da democracia.

Todos sabemos que o país está insolvente, falido, a braços com uma grave crise financeira. Parece-me que a eliminação dos subsídios de férias e Natal, dos funcionários públicos constitui uma medida violenta, injusta e discriminatória. A vida de muitos portugueses caminhará para a insolvência económica, que deixarão de cumprir alguns compromissos assumidos, assim como serão afectados na sua dignidade.

Este orçamento de Estado vai indignar, revoltar e deprimir um grande número de portugueses, que ficarão desacreditados de todas e quaisquer políticas que venham a ser tomadas. Existe um sentimento generalizado, de que os sacrifícios não vão ser igualmente repartidos, pois o primeiro sinal deveria de ser dado pelos governantes. A equidade foi muito mal tratada.

Dos vergonhosos salários dos principais gestores, de algumas empresas de capital público, ninguém falou em cortes, como são o caso da TAP, CGD, entre outras. As grandes fortunas usam e abusam dos off-shores, para fugirem aos impostos, com o conhecimento dos senhores das finanças.

Isto e muito mais cria um sentimento de desigualdade, indignação, revolta e inquietação, que pode levar o povo a deixar de ter brandos costumes. Os políticos portugueses e europeus estão completamente errados, no modelo que estão a seguir, mas se as pessoas se indignarem, reclamarem e reagirem, provavelmente ainda se poderá evitar o sangue, suor e lágrimas.

publicado por franciscofonseca às 20:27
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22
Out 11

 

As medidas de austeridade, colocam os portugueses em grandes dificuldades económicas, com muitas interrogações quando ao futuro e com elevados níveis de insegurança na sua vida quotidiana. Portugal chegou à presente crise, principalmente devido à muito pouca transparência com que foi conduzido o Estado durante estes anos. Numa altura em que são pedidos tantos sacrifícios a todos os portugueses, o país não aceita que a corrupção continue a minar os pilares da “democracia”.

A principal fonte de corrupção está identificada, envolve elevadas verbas e, reside sobretudo no financiamento dos partidos por empresas a troco do respectivo favorecimento quando o partido alcançar o poder. É perfeitamente perceptível a estreita conexão entre o sistema económico e o financiamento do sistema político, através do financiamento dos partidos políticos como interlocutores privilegiados de acesso ao poder.

A legislação feita pelos deputados é perfeitamente imperceptível, com muitas regras para ninguém perceber nada, muitas excepções para beneficiar os amigos e um ilimitado poder discricionário para quem aplica a lei. A lei é feita à medida, para poder ser driblada, pelos advogados que a "cozinham". Os representantes do povo estão ao serviço de quem os financiou e não de quem os elegeu, sendo a lei do financiamento dos partidos uma vergonha nacional. Todos vemos a troca constante de cadeiras entre o governo, bancos, empresas com peso na bolsa e as grandes construtoras.

Quantos casos de corrupção envolvendo políticos, empresários com fortes ligações ao sistema político foram noticiados, tornados públicos, mas são muito poucos os que tenha havido acusação, julgamento e condenação. Nunca lhes acontece nada, continuam a multiplicar o património de forma inexplicável, os julgamentos são constantemente adiados, pelo uso de subterfúgios manhosos que a lei consente, até à prescrição dos crimes. A impunidade é a regra.

Esta é uma realidade incontornável, a corrupção existe em todos os sectores da sociedade, sendo um problema do modo como é bem ou mal governada. Os ministérios estão tomados e infiltrados por estes poderes obscuros, que acabam por conduzir os destinos de todos os portugueses. Sinto que os portugueses estão a ficar cada vez mais asfixiados, pois a factura de tudo isto vem parar sempre às mãos dos mesmos. Cuidado que o povo também se cansa e as revoltas acontecem, quando menos se espera.

publicado por franciscofonseca às 11:25
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20
Out 11

No decorrer da chamada primavera árabe, que se iniciou com os protestos que derrubaram os presidentes da Tunísia e do Egipto, os líbios começaram a sair às ruas das principais cidades do país, em Fevereiro para contestar o coronel Muammar Kadhafi, no comando da Líbia desde a revolução de 1969. Muito rapidamente, os protestos evoluíram para uma guerra civil, onde os rebeldes foram apoiados pelas forças da Aliança Atlântica, com o objectivo de controlar as cidades estratégicas de leste a oeste.

A Líbia pode hoje virar uma página na sua história e empreender um novo futuro democrático. A morte de Kadhafi marca o fim de uma era de despotismo e repressão, que se estendeu por 40 anos, sobre o povo líbio.

Espero que as armas sejam depostas, que os combates encerrem e que o povo líbio lute pacificamente pelas suas aspirações e anseios, sem ressentimentos, com um espírito de diálogo e de reconstrução.

Mas a morte de Kadhafi, por outro lado, pode ser uma má notícia, porque a Líbia vai reescrever a sua história sem um processo, sem um julgamento e sem a verdade. Seria muito importante, para o povo líbio conhecerem a verdade e fazer justiça, por todos os opositores que desapareceram, que foram torturados e mortos.

Quanto ao futuro, vamos ver como se comportam as tribos, principal elemento social e político da Líbia. Algumas famílias tribais enriqueceram de forma inacreditável, principalmente devido à grande corrupção. A cultura tribal não é antagónica a ideia de um Estado moderno, espero que as tribos possam entrar em acordo, para a formação de um Estado, que devolva o conforto e a segurança ao povo líbio.

publicado por franciscofonseca às 16:47
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17
Out 11

Hoje, o ministro das finanças português apresentou as linhas mestras, do orçamento de Estado para 2012. Mas não vou falar disso, pois seria uma grande maçada, para todos os leitores deste blog. Falar constantemente da crise em que estamos mergulhados, pode não ser profícuo. Vou antes, dar a conhecer alguns desportos para quem está cansado de correr, aborrecido de ir ai ginásio e fundamentalmente farto de ouvir políticos.

O primeiro é as chapas na lama, que consiste em saltar para uma piscina de lama suficientemente castanha e mal cheirosa, diante de uma multidão ao rubro. Vence aquele que fizer a maior chapa. Um bom desporto para baixar o stress em geral e aflorar as ideias aos políticos.

Outro é o boxe xadrez, para todos os que gostam de jogar xadrez e boxe. Este desporto híbrido envolve 11 assaltos alternados de xadrez e boxe. Ganha quem derrubar o adversário ou fazer um xeque-mate. Um bom desporto para cuidar do intelecto e do físico ao mesmo tempo. Ideal para quem tem elevados níveis de stress e para aqueles políticos que têm dificuldades de concentração. 

Comer urtigas, que mais parece uma dieta, mas é um desporto onde os participantes levam a competição muito a sério. Os concorrentes têm uma hora para mastigar o maior número possível de urtigas, vence aquele que comer mais. Excelente desporto para purgar a mente de asneiras, principalmente dos homens da política.

Por último, o polvóquei que é uma forma de hóquei subaquático, no qual duas equipas competem para manobrarem um disco no fundo de uma piscina, para dentro de duas balizas. Também se pode pôr os óculos e o respirador de mergulho e experimentar o râguebi ou o brutebol subaquático. Um extraordinário desporto para aqueles que falam muito alto e ideal para os políticos treinarem os seus discursos.

publicado por franciscofonseca às 21:09
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14
Out 11

Os momentos que vivemos actualmente clamam por muitos Steve Jobs. Devemos olhar para este exemplo a muitos níveis, foi um visionário, um empresário de sucesso, um gestor de excelência e um líder carismático, com traços marcantes.

Hoje fala-se muito em liderança, muitas teorias são todos os anos publicadas, mas ser-se líder implica ter as seguintes características, ou seja, o líder tem de inspirar, motivar e dar o exemplo. Resumidamente, Steve Jobs conseguiu inspirar com a sua visão estratégica, os seus colaboradores, levando-os a trabalhar de forma concertada para um objectivo comum, onde as pessoas puderam inovar e crescer. Hoje, na maior parte das organizações isto não existe, as pessoas trabalham num colete-de-forças.

Este génio teve a intuição para perceber o mercado e agir com rapidez para o conquistar e revolucionar. A sua tenacidade foi impressionante, depois de definida a estratégia, perseguiu-a até a concretizar, ultrapassando as adversidades que encontrou pelo caminho.

Deixa um legado, a Apple que ocupa o primeiro lugar na capitalização bolsista nos Estados Unidos, de 374, 82 mil milhões de dólares, que em termos de comparação representam 1,6 vezes o PIB de Portugal em 2010. A empresa fundada por Steve Jobs ultrapassou a Exxon, a rainha dos petróleos.

A sua dimensão humana merece ser destacada com um verdadeiro exemplo para todos nós. A sua capacidade de perseguir um sonho e continuá-lo, isto é, criou a Apple e retornou à empresa para a recuperar recebendo apenas 1 dólar por ano, é admirável. Por outro lado, a sua mente brilhante atraiu outras mentes brilhantes para trabalhar consigo, conseguindo uma notável coesão interna, sendo um exemplo de eficácia e eficiência para qualquer organização. Assim se transforma um gestor num líder.

Diariamente os portugueses são confrontados com a crise, seus impactos a nível pessoal e nos negócios. Este exemplo deveria ser inspirador para todos nós, como forma de ultrapassar as adversidades, identificar as oportunidades no seio dos problemas, trabalhando com afinco, sem desistir, o resultado final esperado, apenas poderá ser o sucesso.

publicado por franciscofonseca às 12:03
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12
Out 11

Jared Diamond, Professor de Geografia na Universidade da Califórnia em Los Angeles, publicou em 2005 o livro Collapse – How societies choose to fail or to survive, onde fala do desaparecimento de uma dúzia de povos. A principal ideia do livro tem a ver com a necessidade de todos ajustarmos o nosso modo de vida, produção e hábitos de consumo de recursos naturais, que temos à nossa disposição, pois disso depende a sobrevivência das sociedades actuais.

Hoje, todas as economias desenvolvidas dependem indiscutivelmente do petróleo, fundamentalmente, do petróleo do Médio Oriente, onde confluem grandes fluxos de capitais. Por outro lado, observamos curiosamente, que todos os países desenvolvidos vêm-se a braços com problemas de endividamento, alguns deles, em plena falência. Provavelmente, alguns destes povos podem extinguirem-se, se vier a existir uma insuficiência no fornecimento energético, que pode muito bem acontecer.

Apesar de termos a ideia de que vivemos tempos difíceis, conturbados, de incerteza, principalmente devido ao processo de globalização, do terrorismo transnacional, da criminalidade organizada e da crise económica mundial, penso que vivemos ainda numa zona de conforto e segurança. Diamond relembra-nos que este mundo é uma excepção e que dificilmente se poderá manter por muito mais tempo, se não fizermos as escolhas certas.

A crise económica mundial, que afecta hoje quase todo o planeta tem a sua origem, nas opções de vivência adoptadas pelas sociedades desenvolvidas. Neste sentido, a grande questão que se coloca a todos os povos é a da escolha, de um modo de vida compatível com a capacidade de produção e seus recursos. Caso contrário, o destino desses povos será o colapso, onde poderá estar incluído Portugal.

publicado por franciscofonseca às 18:55
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09
Out 11

A economia mundial é controlada pelas gigantes corporações multinacionais, que controlam os fluxos de capitais nos cinco continentes, onde os Estados passaram a ser os seus instrumentos de expressão, das suas vontades. A globalização redefiniu uma nova organização económica, aumentando as diferenças entre os países desenvolvidos e em vias de desenvolvimento.

A crise imobiliária nos EUA em 2008 espalhou o caos na Europa, a crise das dívidas soberanas na Europa espalha a desconfiança em todos os mercados do Mundo. As principais bolsas da Europa, Estados Unidos e Ásia reflectem ganhos ou perdas, consoante os resultados da actividade económica dos Estados Unidos, Europa e China.

As medidas de austeridade que estão a ser adoptadas, como forma de resolver as dívidas públicas podem levar o doente à morte. No caso português, por exemplo as grandes reformas estruturais do Estado, da Administração Pública, da banca, do tecido produtivo e da sociedade em geral, sem as quais o nosso país não conseguirá sair da crise económica e social, nem sequer ainda foram pensadas e arquitectadas.

Todos sabemos de que o endividamento leva a um crescimento fraco, que conduz a uma crise global de confiança, donde diminui a procura e reduz o investimento, que leva, por sua vez, a uma diminuição de criação de emprego. O desemprego é a grande chaga dos nossos tempos, este ciclo vicioso está a ganhar terreno, muito agravado pela indecisão e disfunção dos políticos, pois estão reféns das grandes multinacionais, que através do seu poder monopolista moldam o mundo, segundo os seus interesses económicos.

A economia mundial necessita de um reequilíbrio interno e externo. Internamente os países têm de criar estímulos à economia, para que o consumo privado aumente, o que não está a acontecer, bem pelo contrário, existindo uma forte retracção com as medidas de austeridade. Por outro lado, é preciso um reequilíbrio externo, ou seja, um aumento das exportações, de forma a compensar a quebra da procura doméstica.

Ao reflectir sobre a evolução da economia mundial, temo por tempos difíceis, pois “a maior desgraça de uma nação pobre é que em vez de produzir riqueza, produz ricos (Mia Couto)”, isto aplica-se ipsis-verbis ao sistema económico mundial vigente, que é incapaz de produzir riqueza, mas que ao mesmo tempo produz mais ricos e por outro lado mais pobres.

publicado por franciscofonseca às 15:35
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06
Out 11

O Facebook está próximo dos mil milhões de utilizadores em todo o mundo. A empresa criada por Mark Zuckerberg duplica a cada ano que passa o material partilhado pelos utilizadores, as suas histórias de vida e os seus interesses. Muitos analistas têm acusado a maior rede social, de abusar da privacidade dos utilizadores, mas a verdade é que ninguém é obrigado a “postar” a sua vida.

Esta rede social tem como grande objectivo, levar as pessoas a partilharem o mais possível a sua informação, pois com isso os ganhos da empresa em publicidade aumentam, com a publicidade direccionada. Quanto aos ganhos dos utilizadores do Facebook, quer-me parecer que não são assim tão óbvios.

A invasão da privacidade, por parte das redes sociais já foi amplamente estudada, principalmente em termos sociológicos. Mas a questão é muito simples, se as pessoas estão dispostas a desnudarem-se perante milhões de outros utilizadores, o problema será sempre dessas pessoas.

Milhões de pessoas colocam toneladas de informação sobre as suas vidas no Facebook, a grande questão prende-se com o facto de se saber, que tipo de utilizações poderá a empresa fazer de toda essa informação e com que fins.

O problema mais grave na utilização do Facebook é que existem pessoas que passaram a viver na rede social, criaram uma verdadeira dependência, diminuindo consideravelmente a sua produtividade e os seus relacionamentos pessoais.

Abandonar essa dependência por vezes não é fácil, a afeição é muito forte e em muitos casos a dependência não acaba de um dia para o outro. O problema é ainda mais gravoso, quando essa dependência acontece nas crianças. Em qualquer dos casos, as consequências nas suas vidas podem ser devastadoras, quer em termos familiares, quer profissionais.

publicado por franciscofonseca às 18:49
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