Blog de crítica e opiniões sobre as políticas que afetam negativamente a humanidade. O Homem na atualidade necessita urgentemente de arrepiar caminho, em busca de um novo Mundo!

30
Abr 12

Os mercados cada vez mais se entranham na vida pública e pessoal. O preço que estamos a pagar atualmente deriva de vivermos numa sociedade em que tudo se pode comprar e vender. Os mercados criaram a ideia consumista da liberdade, ou seja, a nossa maior liberdade reside naquilo que consumimos. Entramos num caminho em que o mundo, a vida social e as relações pessoais, são dominados por formas de pensamento económico.

A ganância e a ambição desmedida tiveram uma enorme influência na crise financeira, mas pior que isso foi a mudança que teve lugar ao longo das últimas três décadas, que passou pela impregnação dos mercados e dos seus valores, nas esferas da vida tradicionalmente governadas por normas não mercantilistas.

Muitas têm sido as utilizações do mercado, que passam por alocar a saúde, a educação, a segurança pública, a segurança nacional, a justiça criminal, a proteção ambiental, a recriação, a procriação, e outros bens sociais que eram, para a esmagadora maioria e nos últimos 30 anos, completamente desconhecidas. Hoje, a nossa sociedade dá isto como algo absolutamente garantido.

O triunfalismo do mercado fez com que uma economia de mercado desse lugar a uma sociedade de mercado. A economia de mercado é uma ferramenta muito valiosa e eficaz, para a organização da atividade produtiva de qualquer sociedade. Mas, uma sociedade de mercado é uma forma de vida na qual os valores de mercado se infiltram em todas as esferas do ambiente humano, isto é, é um mercado no qual as relações sociais são feitas à imagem desse mesmo mercado. O problema é que a grande esmagadora maioria das pessoas, não estão conscientes do preço que estamos a pagar, para viver numa sociedade em que tudo está à venda.

publicado por franciscofonseca às 18:32
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29
Abr 12

O 26.º título de campeão nacional do Futebol Clube do Porto. Uma vitória suada mas merecida. O hábito das vitórias é impressionante nestes 30 anos de presidência de Pinto da Costa. O FCP já é o clube com mais títulos em Portugal. Este clube tem cada vez mais força aglutinadora de adeptos e essa força sente-se cada vez mais em todo o Portugal. Parabéns ao F. C. do Porto.

publicado por franciscofonseca às 22:23
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27
Abr 12

Muitas são as pessoas que associam o sucesso e a felicidade, mas estudos recentes comprovam que nem sempre estes dois objetivos andam lado a lado. A ambição tem, no máximo, apenas um efeito ligeiramente mais positivo na satisfação pessoal e um impacto negativo, igualmente ligeiro, no que respeita à longevidade.

Asssim, é possível afirmar que as pessoas ambiciosas realmente alcançam carreiras de sucesso, mas tal não se traduz em vidas mais felizes ou saudáveis. Normalmente, vivem vidas mais curtas, já os mais perguiçosos vivem durante mais tempo.

Não são conhecidas as razões para as taxas de mortalidade mais elevadas entre as pessoas ambiciosas, mas especula-se que tal se possa dever ao facto de os investimentos que estas pessoas fazem nas suas carreiras poderão ter custos em variáveis conhecidas que afetam a longevidade, de que são exemplo os comportamentos saudáveis, as relações estáveis e as redes sociais mais profundas.

Uma nota para os pais, que na sua grande maioria passam a vida a instigar os seus filhos a desejarem as estrelas, a escolherem as escolas mais prestigiadas e a sonharem com carreiras de alta potência, isso poderá não os favorecer a longo prazo. Quantas histórias bem ilustrativas se conhecem, que tiveram um final trágico, pois os jovens não aguentaram a pressão das próprias famílias, dos amigos e da própria sociedade, acabando em depressões profundas e desintegrações familiares.

Portanto, se o seu maior desejo para os seus filhos é que eles tenham vidas felizes e saudáveis, poderá não querer exagerar a importância do sucesso profissional. Existem limites para o que as nossas ambições nos podem trazer; ou aos filhos.

publicado por franciscofonseca às 20:44
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25
Abr 12

O golpe de Estado do 25 de Abril de 1974, também conhecido como "Revolução dos Cravos", mudou completamente Portugal, pois libertou o país de uma ditadura que durava há mais de 40 anos! Por isso mesmo, esta data assumiu uma enorme importância para os portugueses.

A Revolução do 25 de Abril trouxe de volta a liberdade de opinião e de expressão. Tornou-se possível constituir partidos e associações e realizar eleições livres. Com a "Revolução dos Cravos" terminou a guerra colonial e os cidadãos passaram a ver garantidos os seus direitos económicos, jurídicos e sociais.

Mas a história de Portugal tem sido escrita na austeridade, que após a revolução fugiu à sua natureza durante 35 anos para exprimentar os valores do capitalismo. Esta receita tentadora, sobretudo para um país austero levou os sucessivos governos a gastar com vigor, pedindo emprestado o que proventura faltasse nos cofres do Estado para pagar os gastos. A poupança do estado desaparceu, a dos particulares também e os bancos fizeram a festa.

Nesse momento a forma de governo democrática, consolidada historicamente, está numa encruzilhada total. Os governos e governantes necessitam de encontrar caminhos para manter sua soberania. As agências financeiras supranacionais aumentam ou diminuem as avaliações financeiras dos países causando instabilidades políticas e econômicas. A sociedade civil não aceita as intervenções dos governos, reivindicando direitos e organizando formas de combate às políticas de austeridade. O que há de errado numa sociedade em que tudo está à venda?

A globalização trouxe novos desafios que até ao momento ainda não tiveram resposta. A Democracia necessita de um debate profundo, em especial relativamente aos novos contornos em que ela tem vindo a ganhar, não apenas em termos de processo político, mas também pelos efeitos contraditórios e constrangedores que a austeridade gera. Por outro lado é importante avaliar os resultados que se têm delineado, sobretudo, em relação as aspirações e perspetivas de futuro dos Estados, das suas populações e das gerações futuras. Viva o espírito de Abril. Abril Sempre.

publicado por franciscofonseca às 12:02
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24
Abr 12

O Sudão e o Sudão do Sul estão em rota de colisão, por causa de questões não resolvidas sobre a partilha das receitas do petróleo e de disputas fronteiriças que continuam, mesmo após a separação do Sul do Norte, em Julho de 2011. A guerra, que durou décadas e matou mais de 2 milhões de pessoas, só terminou com o tratado de paz de 2005, pode voltar a ser uma cruel realidade.

O presidente do Sudão Al-Bashir fará uso da força mais uma vez para controlar as fronteiras e o petróleo do campo de Heglig, que foi tomado pelas forças do Sudão do Sul, alegando que é seu território. Penso que Heglig não é o fim, mas será o começo para uma grande demonstração de força, pois o exército do Sudão é muito mais desenvolvido e melhor preparado, do que os antigos guerrilheiros que agora formam as forças militares do Sudão do Sul.

Salva Kiir, o presidente do Sudão do Sul, declarou na China que os ataques lançados por Cartum representam uma declaração de guerra aos sul-sudaneses. O presidente chinês Hu Jintao está preocupado aumento da tensão na região, pois a China é uma grande investidora dos dois países e pediu para que os dois parem com o conflito e retornem à calma.

Penso que a comunidade internacional, nomeadamente as Nações Unidas, terão de agir urgentemente e exercer uma forte pressão sobre os dois governos, caso contrário será impossível de evitar que estes países sejam arrastados de volta para a guerra, que só vai levar a um lugar: mais sofrimento, mais refugiados, mais mortes e níveis de pobreza extremos e degradantes.

publicado por franciscofonseca às 16:16
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14
Abr 12

Atualmente existem quatro gerações diferentes em atividade no mundo do trabalho, cada uma delas com um ponto de vista muito próprio. A mesma situação pode parecer muito positiva para as pessoas de uma geração e muito negativa para as outras. Em regra, o nosso modo de ver o mundo é formado entre os 11 e os 14 anos de idade, quando desenvolvemos as primeiras ideias conceptuais; começamos a pensar como é o mundo, o que é importante e em quem devemos confiar.

Desta forma, chegamos ao mundo do trabalho com conclusões muito diferentes sobre se é possível confiar nas pessoas e nas autoridades, se o dinheiro é uma motivação válida, se estamos dispostos a adiar a conquista de benefícios ou se queremos tudo no momento.

Os conflitos mais comuns têm a ver com a perceção do tempo e, geralmente são motivadas pela tecnologia. Para as pessoas com mais idade, é importante estar fisicamente juntas no mesmo lugar e à mesma hora, enquanto os mais novos consideram perfeitamente normal trabalhar de maneira assíncrona. São somente perceções diferentes.

Os mais velhos, os tradicionalistas (maiores de 65), tendem a ser respeitosos com as hierarquias. Os boomers (50 a 65) são idealistas, mas também muito competitivos, porque viveram um momento em que a população cresceu rápido e, literalmente, não havia trabalho para todos. A geração X (30 a 49) não costuma confiar nas instituições, menos ainda nesta época de grande incerteza. Assim, tentam ser autossustentáveis e olhar por si mesmos. Quanto à geração Y (menores de 30 anos) tem vivido com o terrorismo, caracterizado por eventos aleatórios e inexplicáveis. Por isso tem a sensação de urgência de viver o presente.

A primeira forma para resolver conflitos geracionais, para quem lidera uma equipa multigeracional passa por aprender a contar até dez, ou seja, não pode tirar conclusões precipitadas quando alguém reage de certa forma.

O segredo é proporcionar um ambiente onde os mais jovens aprendam com os mais velhos, mas o contrário também é verdadeiro, os mais velhos também podem aprender com os mais jovens. Um dos grandes desafios das empresas e das organizações presentemente consiste em tirar os boomers dos postos de liderança e passar essa responsabilidade formal à geração X, mas está a ser muito difícil.

publicado por franciscofonseca às 19:03
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11
Abr 12

As profissões causadoras de maior stress O perigo e os riscos são ingredientes comuns às profissões que integram o Top 5 das mais stressantes: soldado em combate, bombeiro, piloto de aviação comercial, general das forças militares e polícias. Nos dias de hoje, quem não conhece o stress, ao vivo e a cores. No mundo real, e no mundo do trabalho, em particular, é impensável não experienciar níveis de stress, ou seja, pressão sentida em resposta a situações de risco, em maior em menor grau.

Apesar de a nossa resposta ao stress ser um fator inerente às nossas características biológicas, e ter constituído, outrora, um fator chave para a sobrevivência dos nossos antepassados, hoje raramente temos de nos preocupar em ser comidos vivos literalmente no ambiente de trabalho, mas temos de nos precaver, pois podemos ser engolidos vivos pelos nossos pares.

Os fatores potenciadores do stress passam pelo ambiente de trabalho, pela competitividade no emprego, pelo potencial de crescimento e os desafios encontrados. Mas também as deadlines, o contacto com o público, a exposição a audiências, as exigências físicas da profissão e até o risco de morte para o próprio e para terceiros potenciam o stress. O nível de incerteza no local de trabalho aumenta exponencialmente o nível de stress das pessoas, e os tempos não são de outra coisa, senão de incerteza.

Os polícias acusam a rotina profissional em permanente apreensão, face à missão de garantir a segurança pública. Os perigos que enfrentam diariamente, a rotina de luta contra o tempo e a pressão na tomada de decisões rápidas no combate ao crime urbano fazem desta profissão uma das mais stressantes, mas que em Portugal continua a ser vista e tratada, como uma profissão sem qualquer desgaste adicional. Quando se navega em águas calmas todos pensam em laser, chegada a turbulência todos procuram segurança. Esta pode chegar em breve.

publicado por franciscofonseca às 22:52
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08
Abr 12

Nesta época pascal os portugueses não têm razões para estar espaçosos, que a sua situação económica e social vá melhorar nos próximos tempos. O primeiro-ministro admitiu que Portugal não irá regressar aos mercados em 2013, como está previsto, sendo necessário mais um programa de ajustamento e a ajuda do FMI e da EU. O ministro das finanças disse que se tratou de um lapso, o corte dos subsídios de férias e de natal só até 2013, passando agora para 2015. Mais uma agência de notação financeira norte-americana, Egan-Jones disse que a crise da dívida na Europa caminha para o ponto mais crítico e refere que Portugal irá cair de certeza.

Os políticos deveriam falar verdade, dizer tudo que sabem aos portugueses, o drama ainda não atingiu o seu ponto mais crítico e tenho dúvidas que os portugueses aguentem mais um murro no estomago. A tranquilidade dos mercados é uma situação enganosa, os problemas de fundo continuam e o colapso do sistema acabará por acontecer. Como pode um país ter esperança com uma economia que contrai 3,3% e o desemprego está a nível recorde.

A estratégia da Europa está completamente errada ao colocarem cada vez mais moeda em circulação. Isso só faz com que as moedas dos países ricos apodreçam. Qualquer vendedor de banana, na feira, sabe da jogada. Quanto mais banana e menos consumidores do produto, altamente perecível, mais aumenta o risco de apodrecimento. O mesmo está a acontecer com o dólar e o euro.

Os Estados Unidos e a Europa colocaram mais moeda em circulação, na tentativa de reanimar as suas economias, tendo o valor relativo do dólar e do euro recuperado, mas trata-se de algo episódico. Como os países não têm mais capacidade de endividamento, para enxugar o capital especulativo, a fim de evitar uma enchente inflacionária, o risco de bancarrota global aumenta exponencialmente.

A bancocracia está a levar a cabo uma guerra monetária global e igualmente uma guerra ideológica global, com uma tentativa dos neoliberais, instalados nos bancos, de criarem políticas imperialistas, que visam agora dominar o resto do mundo com moedas podres. Os países emergentes são o único obstáculo.

publicado por franciscofonseca às 20:03
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05
Abr 12

O número de desempregados, na maior parte dos países desenvolvidos continua a engrossar e as perspetivas de inversão são muito débeis. Isto pode ser explicado na forma como o homem desenvolve tecnologia de substituição para a presença humana. Os progressos tecnológicos estão a acontecer a um ritmo alucinante e muitas pessoas perdem a corrida contra as máquinas, pois não conseguem ganhar novas competências, para encontrar novos empregos. Assiste-se a uma crescente desmoralização, principalmente no continente europeu, causada pelo desemprego galopante, que constitui num dos maiores perigos para a nossa sociedade.

As empresas pensam cada vez mais no curto prazo, ou seja, formas rápidas de rentabilizar o negócio. A solução mais fácil e eficaz é cortar nos custos através da utilização de progressos tecnológicos que automatizem processos e eliminem a necessidade de contratar mais trabalhadores para produzir melhores resultados, isto é, não são criados novos postos de trabalho, mas sim eliminados. Em Portugal, milhares de trabalhadores dos hipermercados, dos postos de abastecimento de combustível, das portagens nas autoestradas, dos bancos, da indústria e do comércio de uma forma geral ficaram e continuam a ficar desempregados sem qualquer perspetiva de futuro.

Por outro lado, os sistemas educacionais estão concebidos para criar um vasto número de generalistas, poucos especialistas e muito menos híper-especialistas, quando a realidade atual, cada vez mais complexa exige trabalhadores mais especializados.

O problema agrava-se porque as políticas governamentais estão inquinadas pelo poder financeiro e o desinvestimento presente na educação tornará os países irremediavelmente mais pobres. Esta incapacidade crónica de fornecer uma educação de qualidade e acessível para a maioria da população arrastou-nos para esta situação. Para escaparmos à grande estagnação e ganharmos a corrida contra as máquinas, são necessárias ações urgentes e concretas no plano educacional. Para lutarmos contra a maior ameaça para a sociedade atual, é necessário um investimento direcionado na educação, de uma maior regulação, de mais formação e de programas sociais para os info-excluídos deixados para trás na corrida contra as máquinas e nas inovações que suprimem os empregos.

publicado por franciscofonseca às 19:20
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02
Abr 12

Os nativos digitais estão agora a inundar os locais de trabalho, através da interação com as tecnologias digitais desde tenra idade. Estão completamente à vontade com os múltiplos dispositivos e tecnologias hoje utilizados. Este afluxo de nativos digitais, em conjunto com a sua panóplia dispositivos estão a obrigar as empresas a repensar as suas políticas estabelecidas, bem como as suas infraestruturas de tecnologias de informação, para assegurar que conseguem retirar o máximo destes colaboradores.

A melhoria da conectividade, em conjunto com os avanços na tecnologia como a adoção de smartphones e tablets, a emergência e subsequente proliferação das redes sociais, mudaram as nossas vidas em larga escala. Felizmente, os negócios têm agora as ferramentas necessárias para combinar os últimos avanços no que respeita a ligações telefónicas, mensagens instantâneas, conferências e informação de presença num ambiente seguro e passível de ser gerido na sua totalidade.

As novas tecnologias permitem aos nativos digitais acelerarem o ritmo do trabalho através de uma mistura de emails, mensagens instantâneas, áudio, web e videoconferências. Os sistemas de conferências como a telepresença, que representam o expoente máximo de sofisticação das tecnologias de videoconferência, permitem experiências imersas, permitindo aos nativos digitais colaborarem eficazmente com colegas sedeados em outras cidades ou até mesmo países, eliminando a necessidade de viagens de aviões que são inimigas do ambiente, caras e consumidoras de tempo.

À medida que as comunicações unificadas se continuam a desenvolver, os nativos digitais continuarão a liderar o consumo de Tecnologias de informação e o acesso às redes sociais ou às redes corporativas como parte da sua dieta de comunicações. E não há volta a dar, na medida em que são estes a ditar as suas escolhas tecnológicas no local de trabalho. As organizações têm de estabelecer políticas e orientações que lhes permitam tirar partido dos benefícios deste consumo e da energia criativa que os nativos digitais trazem para o local de trabalho, ao mesmo tempo que mantêm as suas redes e dados em segurança.

publicado por franciscofonseca às 19:49
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