Blog de crítica e opiniões sobre as políticas que afetam negativamente a humanidade. O Homem na atualidade necessita urgentemente de arrepiar caminho, em busca de um novo Mundo!

10
Jun 10

 

Alguém dizia que tudo na vida passa pela matemática. Nos tempos que vivemos, as contas são mais que muitas e os resultados por vezes divergem. Depende muito de quem as faz, pois a lógica de 2 mais 2 serem 4, está ultrapassada e outras lógicas surgem.

 

Neste Mundo cada vez mais vertiginoso, onde só se fala em crise e ninguém já se lembra dos milhões de seres humanos que passam fome. Mas existe uma equação para acabar com a fome: Comida = Terra + energia fóssil + água.

 

Depois, fala-se de manhã até a noite em economia, desde as conversas de café até aos corredores do poder. Mas existe também uma equação fundamental para se entender a economia: Economia = Produção + (moeda corrente x crédito) – custo(minerais + energia + água).

 

Por fim, os mais ilustres sabedores da economia antiga e da economia moderna, são da opinião que para o país sair da crise é necessário e urgente produzir mais riqueza. Também aqui existe uma equação que nos ajuda a entender melhor este fenómeno de produzir riqueza licita, pois a maior parte é produzida ilicitamente, dessa não vou aqui escrever a equação. Riqueza = Economia x geopolíticas.

 

Pensem nisto e depois digam de vossa justiça!

 

Francisco Fonseca

publicado por franciscofonseca às 00:07
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12
Fev 10

Que triste realidade Lusa. Temos muitos, mas muitos portugueses a viver com pensões de 200 ou menos euros por mês. A pergunta que se coloca é como seria a vida dos políticos, administradores, banqueiros com 450 euros por mês? Será que eles já imaginaram, alguma vez lhes passou pela cabeça! Acredito que nunca.

Depois, muitos acumulam reformas que podem chegar aos 20 mil euros, alguns dos quais apregoam todos os dias que as reformas tem de baixar, mas excepto as deles, pois já são direitos garantidos.

Portugal tem uma pobreza estruturada acima dos 40%, é outra coisa que me envergonha. Quando conhecemos a realidade do Portugal profundo e, ficamos a saber que existem pessoas que ainda não tem electricidade, nem assistência social, sinto mais uma vez vergonha!

Depois, temos todos os dias notícias, onde o patronato assume que o salário mínimo não pode subir, seria o caos para a economia, sejam sérios, arrepiem caminho meus senhores!

Temos cerca 100 jovens licenciados a sair do país por mês. Portugal enfrenta uma nova onda emigratória, quase comparável com os anos 60. Mas isto não é notícia. Mais uma vez sinto vergonha.

Esperanças perdidas, já ninguém acredita nas palavras ocas dos políticos, e o futuro deste país procura novos horizontes, fora de terras lusas.

Passamos um momento muito mau na sociedade portuguesa, seria bom que todos nós não aceitássemos que tudo fique na mesma.

A este propósito, Sophia de Mello Breyner disse que "Nada é mais triste que um ser humano mais acomodado”.

Temos de criar um sentimento colectivo de que assumir a realidade não é pessimismo, é antes de mais uma necessidade premente. Reduza-se os deputados, reduzia-se os assessores, os staffs. Os salários dos níveis mais elevados têm de descer, quer públicos quer privados.

Estamos muito próximo de uma ruptura social profunda, urge que políticos e empresários deixem de ser autistas e se dêem ao respeito dos portugueses. Necessitamos de exemplos vindo de cima. Peçam sacrifícios, mas sintam-nos também.

Vemos todos os dias, intelectuais, académicos, notáveis da nossa sociedade dizer que tudo está mal, mas ficam-se pelas palavras, passem aos actos meus senhores. Saiam desse comodismo mórbido, e deitem mãos a obra. Já ontem era muito tarde.

Não podemos continuar a empurrar mais o problema com a barriga.

Chegou a hora de mostrar de que massa os portugueses são feitos, caso contrário sou obrigado a dar razão ao administrador enviado por Napoleão, que disse “eles nem governam, nem se deixam governar”.

Francisco Fonseca

 

publicado por franciscofonseca às 21:47
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01
Nov 09

A corrupção pode ser caracterizada em variados actos, tais como favorecimentos ilícitos, fraude, suborno, extorsão entre muitos outros. Este fenómeno ocorre em maior percentagem em países em vias de desenvolvimento ou cujo regime político não se entende como democrático, isto segundo as estatísticas internacionais.

 

Mas este fenómeno não é de agora, acompanha o homem em todo o processo evolutivo e continua presentemente a ser uma sólida verdade nos tempos em que vivemos.

 Se olharmos um pouco para a história recente vemos que, em largos anos de história, a corrupção tornou-se numa conduta normalizada em várias nações por esse mundo fora, por diversos actores da sociedade, entre eles os governos, as empresas e os grupos financeiros.

 

Nesta terrível conjuntura a nível mundial, este fenómeno é exponencialmente agravado, pois transforma o mercado arbitrário e injusto, cujo impacto na sociedade global é tremendamente preocupante, principalmente para as gerações futuras.

 

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Francisco Fonseca

publicado por franciscofonseca às 20:05
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25
Out 09

 

Novo Governo esperança renovada. A meu ver penso que se trata, de uma forma geral de renovação, em que a maioria dos portugueses deposita poucas esperanças.

 

Mas vai ser seguramente diferente. Tempos diferentes, conjunturas diferentes, forças diferentes. É muito importante termos noção das diferenças, das características, dos perfis de cada actor neste novo paradigma.

 

Mas não tenhamos ilusões, os ventos vão continuar a soprar desfavoravelmente. É exactamente por sabermos deste estado de coisas, que o resultado global a ser alcançado é a soma das parcelas que cada um de nós conseguir alcançar individualmente.

 

Por vezes somos e pensamos extraordinariamente diferente dos outros, mas é nas épocas de grandes dificuldades, que precisamos de unir esforços para ir mais longe. Só assim conseguiremos um futuro melhor.

 

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Francisco Fonseca

 

publicado por franciscofonseca às 11:38
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23
Set 09

Faltam mais dois dias para terminar a campanha eleitoral. Os futuros decisores políticos, nada têm dito relativamente aos graves problemas sistémicos que atravessam o país. Por isso não posso deixar de manifestar preocupação e uma profunda tristeza. Até a data, nenhum deles abordou a questão que eu considero fundamental para o nosso futuro: o desenvolvimento sustentável.

 

Gostaria muito de ouvir quais as propostas em matéria de sustentabilidade do desenvolvimento. Apregoam-se medidas, promessas e intenções, mas todos esquecem que são os quadros normativos dos homens que têm de obedecer às leis da Natureza e não o inverso como tem acontecido.

Ainda hoje não somos capazes de entender o alcance dos sinais de alarme que são bens visíveis na nossa sociedade, pois insiste-se na visão de curto prazo e simplista. Tem sido aliás, devido a este tipo de visão que atravessa todos os sectores do Estado, sem excepção, que as ”soluções” do passado se tornaram problemas graves dos nossos dias.

Temo que a evolução da nossa economia e da sociedade, neste contexto persistente nesta visão redutora, nos conduza a desgraça colectiva. O desenvolvimento sustentando, requer mudanças radicais de atitudes e comportamentos a todos os níveis sociais, assim seria de esperar também dos candidatos.

 

Francisco Fonseca

 

publicado por franciscofonseca às 22:22
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13
Ago 09

No pré-rescaldo da crise, as empresas necessitam de novos critérios no cenário agora alterado das suas fontes de capital e investimento.

 

Nas economias emergentes são visíveis novas formas de capital, não só no que respeita a novos mercados de capitais como também através de novos  e promissores jogadores da economia mundial.

 

Por outro lado, a Ásia e o Médio Oriente, economias conhecidas pelos seus elevados níveis de poupança e com os petrodólares e com as receitas astronómicas que recebem devido às suas exportações, são agora exemplo de um novo paraíso de investidores.


Fazer um mapa das novas fontes de investimento, construir relações apropriadas com estes novos investidores, perceber as diferenças existentes nas regras contabilísticas e adaptar os modelos financeiros são passos necessários para que as empresas consigam aceder às oportunidades de curto e longo prazo que este capital vai disponibilizar.

 

É urgente mudar de hábitos, comportamentos, métodos, estratégias, avaliações, e romper com a velha estrutura mental para os negócios.

 

Francisco Fonseca

 

publicado por franciscofonseca às 22:56
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03
Ago 09

Aqui deixo as minhas desculpas a todos os leitores deste Blog, por esta ausência.

Neste tempo de parvoeira anual, o nosso mês de Agosto poderia ser encarado como um mês de reflexão, para o futuro que se avizinha.

Parar para reflectir é considerado como sendo uma enorme chatice! Reflectir não é divertido, e nas férias as pessoas divertem-se. Mas parar para reflectir pode também ser divertido, pode trazer novos caminhos e pode, acima de tudo, dar um novo sentido à nossa existência.

 

Para ter sucesso é necessário reflectir. Reflectir leva à exigência. Exigência requer inteligência. Inteligência implica humildade acima de tudo. Por isso se queremos ter um país com sucesso, temos que exigir dirigentes inteligentes e humildes. É difícil casar estas duas virtudes!

 

Os mais novos, como eu, que ainda me dou ao trabalho de utilizar os neurónios para questionar a política e o país em que vivo, conseguem ainda mais facilmente distinguir o olhar daqueles que acreditam, do sorriso daqueles que apenas querem convencer.


Estamos na contagem decrescente para o início de mais uma fadada campanha eleitoral que, se olharmos para a última, se antecipa como a continuação da parvoeira de Verão, seria bom, de facto, aproveitarmos todos o Agosto para reflectir.

 

Por isso, esperemos que os banhos de Verão refresquem as ideias e iluminem os pensamentos de todos os que acreditam.

 

Francisco Fonseca

 

publicado por franciscofonseca às 16:25
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30
Jun 09

 

O Estado Português está preocupado com a diminuição dos lucros da banca que nos últimos anos têm crescido, em média, mais de 30% ao ano. O ministro das finanças disse que a banca é um sector fundamental na economia. Nos últimos anos os lucros têm sido notáveis e mesmo com a crise continuam a ter lucro, mas muito abaixo dos anos anteriores e do que seria expectável para os accionistas, por isso os bancos precisam de ajuda do Governo.

 

Os bancos espanhóis reduziram os lucros, no primeiro trimestre deste ano, em 21,5%, para os quatro mil milhões de euros, face aos 5,2 mil milhões um ano antes, de acordo com os dados revelados pela Asociación Española de Banca. Foi uma medida estratégica para combater o crédito mal parado.

Em Portugal aumentam-se as margens dos lucros, pois necessitamos de uma banca forte, mesmo que 60% dos lares portugueses sejam obrigados a viver com 900€ por mês, ou seja, 60% dos portugueses a tender para a pobreza extrema.

 

A banca à moda portuguesa, apenas nos três primeiros meses deste ano os cinco maiores bancos que operam em Portugal (CGD, BES, BCP, BPI e Santander Totta) obtiveram 533 milhões de euros de lucro. Estes milhões de lucros foram conseguidos, em grande parte, à custa do aumento do preço dos serviços bancários e das elevadas margens impostas no crédito à habitação. A crise, portanto, não é para todos: a pobreza crescente da população trabalhadora é o reverso da acumulação de capital. Hoje mesmo, podemos confirmar na imprensa que os Bancos triplicaram as suas margens de lucro com os sucessivos aumentos dos spreads, de forma a compensar as sucessivas baixas das taxas de juro indexadas à euribor.

 

Assim vai este belo país plantado a beira-mar. Haja coragem e patriotismo para se continuar a viver aqui!

 

Francisco Fonseca

 

publicado por franciscofonseca às 18:44
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música: UB40

24
Jun 09

Portugal em matéria de visão estratégica, está sempre a voltar à casa da partida, a maior parte dos empresários sofrem de miopia, já que não querem fazer investimentos com períodos de retoma superiores a dois anos. Vive-se no curto prazo. As vistas são cada vez mais curtas em matéria de investimento e inovação.

 

O País necessita urgentemente de fazer escolhas e definir equilíbrios, sem estar sempre a colocar tudo em causa. É preciso consolidar projectos, mas Portugal está sempre a voltar à casa de partida. Agora vamos passar mais dez anos a estudar os comboios, os aeroportos, as auto-estradas, por exemplo.

 

Este País tem de mudar de cultura, ou seja, falar menos e agir mais, que combata a noção instalada de que se os outros sectores não fizerem, nós também não fazemos. Um país é construído pelos seus cidadãos, por isso todos temos responsabilidades de estarmos nesta situação.

 

No futuro teremos de conseguir conjugar a sensibilidade social e as prioridades políticas definidas pelos governos. Este será o desafio maior do século XXI.

Vamos acreditar que assim vai acontecer!

 

Francisco Fonseca

 

publicado por franciscofonseca às 22:38
sinto-me:

22
Jun 09

 

Nos quatro cantos do mundo os sistemas políticos estão a entrar, com o passar do tempo, em colapso. Entre muitos factores, a corrupção, que cada vez cresce mais, pelas recentes descobertas e imaginando toda a que nunca se descobre, deixa a política a beira da inutilidade para a sociedade, pois acaba por criar novos problemas.

 

Mas a política desempenha inegavelmente um papel impar no caminho da civilidade, e sem ela não existe avanço humano. Neste sentido é preciso modernizá-la, fazê-la mais acessível para os cidadãos, e juntá-la mais eficientemente com os novos meios de comunicação que revolucionaram as últimas décadas, no sentido de ser mais perceptível para os comuns dos mortais.

 

O poder da comunicação é fundamental na política, sem comunicação qualquer política fica condenada ao fracasso. Se a política, por exemplo passar pela realização de congressos internacionais, para começar, as discussões deixariam de ser realizadas em mesas a portas fechadas nas instituições nacionais e internacionais, onde ninguém sabe o que se fala, e assim atingiria uma escala mais global e sem dúvida seria mais transparente e democrática.

 

Os próprios cidadãos acabariam por se entusiasmar mais com a política e a imiscuírem-se mais em todos os movimentos no âmbito político à escala mundial.

.

A longo prazo, a tendência é que o computador se torne uma ferramenta tão fundamental ao homem civilizado quanto a roupa.

 

A internet apresenta um leque quase infinito de opções para melhorar as relações humanas. E começar a pensar sobre o futuro da política hoje, vai ajudar a construir cada vez mais um futuro melhor e mais democrático.

 

Francisco Fonseca

 

publicado por franciscofonseca às 22:06
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música: Vangelis

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